A Disney torrou uma verdadeira fortuna nesse filme. Mesmo que tivesse sido um sucesso de bilheteria, com algumas centenas de milhÔes de doletas, como outros sucessos da época, o filme precisava ultrapassar a marca do 1 bi para ter o devido retorno (ele custou 250 mi e faturou apenas 284). E eles ainda estavam apostando numa franquia de filmes.
JOHN CARTER (2012) estreou no momento errado, foi comparado a ''Avatar'', escalou o ''desconhecido'' Taylor Kitsch (nĂŁo Ă© um bom ator e o personagem dele nĂŁo tem emoçÔes) e se atrapalhou todo no ritmo e no clima, sem saber qual seria o seu pĂșblico alvo. Ă como se fosse uma produção (relutante) para o Disney+ hoje em dia, temos matança de bebĂȘs em um determinado momento, depois um amigo animal fofo coadjuvante, violĂȘncia moderada, sequĂȘncias bem infantis e um final bem sem graça. NĂŁo dĂĄ pra dizer que Ă© tudo trabalho de um Ășnico diretor, pra mim houve interferĂȘncia do estĂșdio, meio que enxergo isso no filme.
As partes boas: os efeitos, boa parte da trama (lĂĄ no meio), uns toques de ficção cientĂfica cerebral e dĂĄ pra ignorar, e tolerar, o ator principal quando ele tira a camisa.

Um comentĂĄrio:
Nossa eu AMO esse filme!!! Uma pérola que com certeza merecia virar cult.
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