Um filme que eu fui adiando e adiando, apesar dos prêmios que ele começou a juntar pelo caminho. Rapaz, eu pensava, são quase três horas de Leonardo DiCaprio, ninguém merece. Eu fiquei pensando no fiasco de "Assassinos da lua das flores", que eu nunca terminei. Mas, vamos lá, o Leo canastrão vai e volta, talvez eu tenha sorte desta vez.
E tive, ele está ótimo no filme e há vários outros personagens interessantes ao seu redor. O filme começa mostrando um grupo terrorista que luta contra o sistema, eles libertam mexicanos presos na fronteira. Leo e sua companheira (Teyana Taylor aparece pouco mas rouba a cena) fazem parte do grupo, ela pega em armas e ele cuida dos explosivos. Nessa época acabam fazendo um inimigo, um militar vivido por Sean Penn (o melhor personagem do filme). A trama avança 16 anos e o vilão, que quer fazer parte de uma organização secreta de supremacia branca, descobre onde Leo está escondido com a filha adolescente.
O filme tem um ritmo frenético na maior parte do tempo, você nem sente a longa duração da fita. Me incomodou um pouco um certo corte onde um tiro foi dado e nada aconteceu, e também a perseguição de carros no final que não fez muito sentido (um personagem vai de A até B e volta para A, outro vai de B até C e volta para B quando outro foi de B para A e seu carro apareceu atrás do carro da moça e não na frente dela, que estrada maluca). Ah, mas quer saber? Isso não é nada. Pra mim esse já é um dos melhores filmes do ano (passado), o que eu preciso fazer é aprender a reconhecer o Leonardo canastrão logo no trailer do filme.


Um comentário:
Super Léo!
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