Mais chato que perder o balde de pipoca do filme, foi perder o próprio filme, porque só haviam cópias dubladas. Meryl Streep falando português? Só se for em "Ela é o diabo", que é pura sessão da tarde... na tela pequena. Mas se o diabo veste Prada, ele tem que ser visto no cinema com o áudio original.
Antes de tudo, fiquei feliz porque o segundo filme não adaptou o segundo livro, que é muito ruim (li e doei). Aqui reencontramos Andrea, como jornalista, ganhando um prêmio e descobrindo que foi despedida no mesmo dia. Seu discurso foi visto pelo CEO da Runway, a revista está atravessando uma crise e ele contrata Andrea para tentar controlar os danos. Miranda não tem muitas lembranças de Andrea mas fica enfurecida pela contratação que aconteceu sem o seu consentimento. As duas vão atrás dos anunciantes de sempre para manter a revista, a publicada e a digital, em pé, e descobrimos que Emily agora trabalha na Dior.
Miranda teve que mudar seu comportamento, ela não pode mais maltratar os funcionários. Isso deixou a continuação com menos comédia em comparação com o filme de 2006. Mas eu gostei dele, apesar de também não ter desenvolvido muito bem a dosagem de romance. Rola uma reviravolta antes do final, um final que chega a imitar o clássico "Uma secretária de futuro".















































