11.6.26

🔁 REBOOTMANIA


O ORIGINAL (O exterminador do futuro, 1984)
Clássico dos clássicos, reza a lenda que James Cameron se baseou numa HQ dos équismên de 1980, onde vemos um futuro dominado pelos robôs Sentinela. Aqui também temos alguém que viajou até o passado para poder alterar o próprio futuro. O filme termina com um paradoxo delicioso mas é um final fechadinho, ainda bem que o JC encontrou uma maneira de dar uma esticadinha (definitiva) na mitologia. 



O REBOOT (O exterminador do futuro: Gênesis, 2015)
Não é exatamente um reboot, mas tentou sim dar início a outra linha temporal barra franquia de novos filmes. Um exterminador T-800 salvou Sarah Connor mãe de dragões de um T-1000 quando ela tinha nove anos e a preparou para a chegada de Kyle Reese em 1984. A quantidade de furos nesse filme é absurda, ele mesmo se enrola na própria história que criou, e o trailer irritou muita gente ao mostrar um spoiler (John não aparece como exterminador no filme assim tão cedo, era para ser uma surpresa). Esse filme conseguiu ser pior que os filmes de 2019 e de 2003 juntos.



O SEGUNDO REBOOT (O exterminador do futuro: destino sombrio, 2019)
Ir para frente, não dá mais. Fugir para outra linha temporal foi um fiasco. Então que tal revisitar o último filme bom da franquia (o segundo) e continuar deste ponto ignorando todas as outras continuações? O filme de 2019 puxou uma linha temporal diretamente do filme de 1991, mas mostrar a morte do jovem John Connor nos primeiros minutos se tornou a pior ideia da História da Humanidade. O restante do filme, ninguém se lembra, até eu senti vontade de deixar o cinema depois daquele começo absurdo. 

Nenhum comentário: