Segundo filme do novo universo DC. Infelizmente, SUPERGIRL não segue a nova fórmula e dá alguns passos para trás. O filme não é colorido e nem divertido como o filme do Sups, não tem aquele jeitão de desenho animado. Na verdade, é mais sério, sombrio, visualmente poluído e confuso em momentos de ação. A última luta... parece ter sido dirigida por Zack Snyder... O vilão é fraco demais, o Lobo tá só de passagem, e quando o assunto fica sério, o filme não tem bons diálogos, apenas recorre aos clichês morais de super heróis.
Como no filme anterior, a trama já começa sem apresentações. O filme arruma espaço para mostrar a origem de Kara em dois longos flashbacks, que são legais mas que não surgem em bons momentos. Ambos poderiam ter sido narrados pela personagem no início do filme. As viagens de um planeta para outro já deixam a narrativa beeem arrastada.
Em um planeta com um sol vermelho, que deixa os kryptonianos sem poderes, Kara aproveita para ficar bêbada em seu aniversário. Sua nave é roubada por bandoleiros e Krypto é envenenado. Kara terá três dias para encontrar os vilões e conseguir o antídoto para o dogo. Uma menina chamada Ruthye acompanha Kara na busca porque quer vingar a morte de sua família.
O filme usa a desculpa da cor do sol para deixar Kara vulnerável várias vezes, caso contrário, qualquer luta contra a Supergirl duraria pouco tempo. Deprimida, solitária, agressiva, generosa, com tendências suicidas e comediante, a personagem principal não foi bem construída (parece que pensaram primeiro na história e depois encaixaram uma personagem, vazia por dentro, forçadamente), você nunca sabe o que esperar dela e isso incomoda bastante porque você não se apega/identifica.
FICHA TÉCNICA
TÍTULO ORIGINAL: idem
ANO: 2026
PAÍS: eua
DURAÇÃO: 1h 47min
DIREÇÃO: Craig Gillespie (Eu Tonya, Cruella)
ELENCO: Milly Alcock, Eve Ridley, David Corenswet, Jason Momoa
ESTREIA BR: 25 de junho



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