1.6.26

💿 (dvd) SEAQUEST, 1ª temporada


Em 1993 Steven Spielberg deu para a Universal o seu próprio "Jornada nas estrelas". SEAQUEST foi um seriado bem caro, durou apenas três temporadas. No Brasil, a tv aberta exibia episódios aleatórios quando tinha vontade, eu acompanhei o seriado até onde foi possível, eu amava o golfinho Darwin. Em 2024 encontrei esse box de dvd num sebo, lacrado desde 2006, e, só agora, resolvi maratonar pesado nos fins de semana. 
No distante ano de 2019, a humanidade está colonizando a última fronteira, o oceano. Construindo hotéis submarinos e também usinas de energia. Sob o comando de Nathan Bridger (Roy Scheider) o Seaquest é o submarino mais avançado do mundo. Ele cruza os mares fazendo pesquisas e resgates, às vezes se envolve em intrigas com países que são pouco amigáveis. 
Esse ano de 2019 é meio maluco, os isteites têm um presidente negro, o Brasil passou por uma guerra civil e agora sofre com fraudes nas eleições. Na verdade, acho que o Brasil nem existe mais, tem um ep onde vemos uma tal de federação Amazônica, um lugar governado por um ditador que executa crianças de favelas, com costumes bem estranhos e falando um português sofrível. 
Há vários episódios legais nesta temporada, mas aquele que mais me chamou a atenção foi um com a participação do Charlton Heston. O cara é um cientista que criou pessoas que respiram por guelras. Nesse episódio a série brincou bastante com ficção científica e eu gostei disso, mas a história ficou muito fraca porque divide espaço com outra trama, onde vemos o garoto Lucas (Jonathan Brandis) fazendo planos para perder a virgindade. Essa subtrama estragou o episódio, poderia ter sido bem Jornada nas Estrelas.
E por falar em Jonathan Brandis, seu personagem menciona que nasceu em 2004. O ator nem chegou lá, ele se matou em 2003 (27 anos).
No último episódio, o capitão Bridger sacrifica o Seaquest jogando o submarino numa fenda vulcânica para poder salvar o planeta Terra. Foi um ótimo final de temporada, e não deixou pontas soltas, isso é bom porque não sei se algum dia vou encontrar a segunda caixa.



 

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