Encadernado de 1989 que reúne a minissérie completa com várias páginas no miolo que trazem o making of da HQ. ELEKTRA ASSASSINA marcou época em 1986, é difícil descrever o estilo da arte, às vezes ele muda bruscamente em algumas páginas. E a história consegue ser um devaneio tão pesado quanto a própria arte.
Demora um pouco pra você se ambientar porque, essa primeira parte, é narrada pela própria Elektra, e ela está presa num hospício tentando recuperar todas as suas memórias. Quando se sente mentalmente completa, ela foge.
Aí começamos a acompanhar um investigador chamado John Garrett, após um acidente, ele ganhou implantes cibernéticos e, ao mesmo tempo em que ele está caçando Elektra, a ninja também está atrás dele. Ela na verdade faz vários jogos mentais com o cara, mexendo com a cabeça dele e com sua percepção da realidade, e acaba formando uma dupla com ele depois! Esse ainda é o mundo da Guerra Fria, onde um presidente cretino pode apertar o botão vermelho a qualquer momento, o desfecho surge de surpresa, coisa de duas páginas, mas ainda é bem divertido e muito bem escrito.
Me lembro de quando a Fox prometeu um filme solo da Elektra. A própria Jennifer Garner deu uma entrevista dizendo que o filme iria reaproveitar algumas partes de ELEKTRA ASSASSINA. Ah, que mentira! Aquela mulher no filme não é a Elektra, é a Branca de Neve.



Um comentário:
O filme não tinha nada a ver com a história!
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