Não demorou muito e a série revelou qual versão da história seria contada aqui, ela optou por transformar Lizzie e Bridget num homocasal, até o suposto relacionamento de Lizzie com a atriz Nance O'Neil aparece na série. No caso de Bertha Manchester eles mudaram tudo, até a data da morte dela, e não existe nenhuma ligação entre os dois casos como a série sugere.
A temporada tava legal até chegar no quinto episódio, o pior de todos, principalmente na montagem e direção, tudo que acontece ali poderia ter sido encaixado no ep anterior. Achei legal o seriado usar o verdadeiro depoimento de Lizzie numa cena, e mais legal ainda foi ouvir "Bitter sweet symphony" na saída do tribunal (😍).
Depois de mais uma espiada na vida da Condessa sangrenta (um flashback tão atrasado que pareceu desnecessário), a série pulou de repente para 1988 e vimos um pouco da vida de Aileen Wuornos, a famosa serial killer interpretada por Charlize Theron em 2003. Acabou sendo outro momento desnecessário, chato e irritante. A série poderia contar a história dessas três mulheres, ao mesmo tempo, em cada episódio (hum, eles teriam que mudar o título da temporada), esse negócio de "participação especial" não ficou legal pra mim.
No último episódio vemos os últimos anos da Condessa e de Aileen, fizeram uma adaptação perfeita, fatos e diálogos, tudo verídico, mas a sequência no tribunal é difícil de assistir. Por fim, vemos os últimos anos de Lizzie, numa velocidade de "novela que se recusa a morrer". Não foi uma temporada sem graça como a do ano passado, só não gostei muito do combo, a união dessas três mulheres na mesma temporada foi muito forçada, prejudicou demais o ritmo da história.


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