7.8.26

📖 PÁGINAS DO PASSADO

Superinteressante, ed 200, maio 2004



Abrindo a revista, uma enquete: você acha que algum brasileiro vencerá o prêmio Nobel? 43% disseram NÃO, 57% disseram SIM (é até hoje não ganhamos nada). Temos uma lista das principais causas de morte no Brasil (um relatório de 2001): dos 5 aos 14 anos Acidente de trânsito em primeiro lugar, dos 15 aos 44 anos Homicídio, dos 45 aos 64 Infarto...
Navios estrangeiros cruzam o Atlântico e o lixo deles é levado pelas correntes marítimas até o litoral da Bahia. Segundo economistas, baixar músicas na Internet não afeta as vendas. Conheça os aviões mais estranhos do século XX, qual é a lógica das placas dos carros, como encontrar easter eggs em alguns dvds e descubra por que o Brasil tem poucos desastres naturais. 


Eu não curtia muito esse tipo de apelação na época. A revista mirava no "Filme do momento" e o colocava na capa para chamar a atenção das pessoas. Não fez muito sentido quando fizeram isso com o Homem Aranha, mas faz sentido com "Troia". A revista separa a história da ficção, temos o conto de Homero e o mapa das nove cidades (com o passar dos séculos, foram construindo uma nova cidade em cima dos escombros da anterior, chamamos de Troia 1, Troia 2, Troia 3...). Na apresentação dos personagens principais usaram fotos dos atores.


Ainda nesta edição, uma matéria sobre o olfato. A economia vai devorar o planeta? O que você pode fazer com o seu cadáver após a sua morte (pra mim, doação de órgãos, cremação, cinzas numa privada e tchau). Entre os cacarecos para comprar, um monitor e teclado e mouse feitos de madeira (R$ 1700). O primeiro "livro eletrônico" (R$ 1070) e um porta retratos digital (R$ 1150), são grandes, caros e feios. A revista começou com a seção Super Retrô, mostrando os melhores e os piores momentos de sua história. O mascote, já aposentado, Gosmik, é pura nostalgia, eu adorava.



Temos o lançamento dos dvds de "Os deuses devem estar loucos" e "Matar ou morrer". Entre os livros, fiquei interessado nesse "Além do fim do mundo", de Laurence Bergreen, vou procurar por ele. 

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