HQ dos anos 80 que ganhou uma série animada muito legal nos anos 90 (ah, FoxKids). Em 2001 surgiu essa série em live action que abraçava todos os absurdos da HQ barra animação, mas o mundo não estava preparado. THE TICK teve apenas 9 episódios (todos eles disponíveis na Netflix agora).
Patrick Warburton é o herói Tick, nem ele sabe de onde ele saiu. Ele chega na Cidade (a cidade se chama Cidade) e arruma um parceiro: Arthur deixou de ser um contador para se tornar um super herói. Aqui nós temos homenagens e paródias dos quadrinhos. Tick e Arthur se tornam amigos da Capitã Liberdade e do Batmanuel (Nestor Carbonell, eu adorava ele em "Suddenly Susan").
Existem episódios legais, existem piadas que até funcionam, não é uma série para se jogar fora. Tick e Arthur são convocados pela Liga dos heróis e a Capitã Liberdade fica revoltada porque a Liga só aceita homens brancos. Arthur conta para a mãe e para a irmã que é um super herói e elas o colocam numa clínica para ele ser curado (pois é, um episódio com uma mensagem). Acidentalmente, a Capitã Liberdade mata o herói Imortal, durante o sexo, e a turma precisa esconder o corpo. Adorei rever essa série.
Sei que existe uma segunda versão da série, de 2016, que durou duas temporadas. Eu bati o olho nela e disse: acho que não. O seriado de 2001 pelo menos tentou copiar os uniformes originais, o de 2016 tentou modernizá-los. E, "The Tick", precisa ser colorido e ridículo, a paródia é a alma da HQ.


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