Depois de ver o episódio das "bruxas", eu percebi uma coisa. Essa série brinca um pouco com a ficção científica, é só uma gotinha do oceano mas está lá, me lembrou muito das primeiras temporadas de "Fringe". Alguns casos médicos são bem bizarros, não sei quais condições barra doenças são verdadeiras, mas o dr Wolf sempre busca respostas fora da caixa, como um agente Mulder faria.
Nos flashbacks vemos o desenrolar da história de Oliver com o pai, a descoberta de sua homossexualidade e sua amizade com Carol desde que eram adolescentes. No presente, Carol precisa lidar com a amante do marido, que resolve encarnar a Glenn Close em "Atração fatal". Entre os internos (ah, adoro quando o Markus tira a camisa) surge um triângulo amoroso. E isso foi legal porque a série demorou um pouco para investir nos personagens coadjuvantes. No meio da temporada o dr Wolf arruma um namorado, e no final um prédio desaba, o hospital fica cheio de feridos e Ericka fica presa num dos elevadores. Foi um episódio bem dramático e tenso. O ano termina trazendo um certo personagem de volta dos mortos.


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