30.8.16

CHP CULT


Ok, vamos rever o falecido Gene Wilder. Em 1974, ele o diretor Mel Brooks escreveram uma comédia que marcou época, O JOVEM FRANKENSTEIN. O filme fez bastante sucesso fora dos cinemas. Camisas, bonecos, canecas, chaveiros, cópias do livro ''Como fiz isso'', potes de cérebros anormais ... virou musical, foi parar nos palcos. O merchã é fabricado até hoje.

E o filme ainda conseguiu duas indicações ao Oscar. Se trata de uma paródia de ''Frankenstein'' com um pouco de ''A noiva de Frankenstein''. Gene Wilder é o dr Fronkensteen. Ele não gosta de usar o verdadeiro nome da família porque, para muitas pessoas, seu avô era um cientista maluco, que tentava ressuscitar os mortos. O filme começa com Fronkensteen recebendo a herança do avô, com anos de atraso. Ele herdou um castelo na Transilvânia. No mesmo pacote temos o filho do Igor, um corcunda chamado I-gor. Uma assistente chamada Inga e uma governanta chamada Flau Blücher (estou ouvindo cavalos?). Andando pelo castelo, o cara encontra uma passagem secreta e descobre o laboratório do avô. Ao ler seu diário, ele percebe que as experiências de reanimação eram realmente viáveis.

Logo, ele e I-gor roubam um cadáver, e depois um cérebro, e aí tentam recriar a experiência do velho Frankenstein. Toda vez que vejo esse filme eu me divirto bastante com o I-gor, ele fica com as melhores piadas e até interage com a câmera. É uma pena que, seja no vhs ou no dvd, as legendas em português não dão conta de algumas piadas. Muitas delas são trocadilhos em inglês. Aí o negócio fica complicado mesmo.

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