12.3.16

GALERIA DO TERROR


Um dos meus filmes, de vampiros, favoritos. O filme 30 DIAS DE NOITE (2007) traz vampiros que são apenas ... vampiros. Nenhuma frescura no ar, apenas voracidade. Está bem distante de paródias como ''a dança dos vampiros'', viscerais como ''enraivecida na fúria do sexo'', romantizados como ''entrevista com o vampiro'' e ''amantes eternos''. Os vampiros deste filme são verdadeiros animais, predadores de seres humanos, nada de capas, gestos sedutores ou nomes como Langford. Nenhuma classe, nenhum charme, pingou sangue na minha roupa? que se dane.

O filme é baseado numa famosa HQ, e a maquiagem dos vampiros lembra bastante os desenhos de Ben Templesmith. A trama se passa numa cidade fim de mundo (literalmente, olhe num mapa) do Alasca chamada Barrow. No mês de novembro o sol desaparece e só volta em meados de janeiro (não sei de onde a HQ tirou os tais 30 dias...). Para os vampiros que viram cinzas quando expostos ao sol, a cidade é um paraíso. O sol vai embora e eles começam a caçar os moradores de Barrow sem demora. Josh Hartnett tenta salvar todo mundo, correndo de uma casa para outra, tentando se manter fora da vista dos monstrengos. Lembra muito um filme de zumbis.
''30 DIAS'' foi dirigido por David Slade, que, 3 anos depois, dirigiu ''Eclipse'', o único ''Crepúsculo'' que presta.
Cenas de carnificina, nota dez. O final é meio amargo.
Fuja da continuação (2010).














FICHA TÉCNICA

TÍTULO ORIGINAL: 30 days of night
ANO: 2007
PAÍSES: eua, nova zelândia
DURAÇÃO: 1h 53min
DIRETOR: David Slade
ELENCO: Josh Hartnett, Melissa George, Danny Huston, Ben Foster e Manu Bennett

2 comentários:

Pedro Wajsfeld disse...

Só um fato engraçado sobre o titulo. Ele é apenas por motivos estéticos. Segundo os criadores é mais dramático dizer "30 dias de noite" do que "60 dias de noite" rsrs. Um dos meus filmes favoritos de vampiro também. Fico tenso toda vez que vejo.

Elias disse...

Olá, Alessandro. Belo blog.
O problema de 30 Dias de Noite é que ele é, essencialmente, um filme de herói. Queria ver uma versão em que não houvesse saída nem aquele final "quase" feliz, aí sim seria "O" filme. Mas mesmo assim está entre os meus preferidos no gênero.