29.7.15

CHP CLASSIC


É fácil reconhecer aqueles filmes que foram feitos com a intenção de lucrar alto nas bilheterias. Infelizmente, pronto aqui pra levar pedradas, eu vejo CHARADA desta maneira. Uma desculpa para unir Cary Grant e Audrey Hepburn no mesmo filme, todo mundo vai querer pagar pra ver isso.

A primeira pista está no próprio roteiro. O filme é meio comédia meio espionagem. Algumas cenas de ação não empolgam, você pode culpar a trilha musical por isso, mas Cary está em casa, a gente acaba se lembrando de ''Intriga internacional''. Porém, não importa o tamanho do perigo, Audrey nunca deixa a comédia de lado, é aquela Audrey que todo mundo adora. O melhor que você pode fazer é enxergar o filme como uma comédia, o tempo todo (mesmo quando rola um assassinato), uma sátira de algum filme de espionagem.

Regina (Audrey) está casada com um homem que ela mal conhece, tudo bem, ele é um ricaço. Ela está passando um tempo, fora de Paris, com uma amiga e decide que é melhor pedir o divórcio. Porque não há amor em seu casamento.
Ela acaba flertando com um cara chamado Peter (Cary) e depois volta pra casa e descobre que o marido sumiu. O apartamento foi limpo, o cara vendeu tudo, até as roupas dela. Surge a polícia e Regina fica sabendo que seu marido foi morto num trem, tentando sair de Paris.
Três homens misteriosos estão fazendo ameaças. O marido de Regina roubou 250 mil dos caras e eles acham que a moça está com a grana. Ela reencontra Peter e lhe pede ajuda. Mas aos poucos descobre que Peter não é o cara mais sincero do mundo. 
O filme é gostoso de acompanhar porque está cheio de reviravoltas, até chegar nos minutos finais. Qualquer sinopse que você ler por aí pode acabar trazendo spoilers, cuidado.












FICHA TÉCNICA

TÍTULO ORIGINAL: charade
ANO: 1963
PAÍS: eua
DURAÇÃO: 113 min
DIRETOR: Stanley Donen
ELENCO: Cary Grant, Audrey Hepburn e Walter Matthau
PRÊMIOS: indicado para o Oscar de melhor canção.

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