11.2.15

livro - GUERRA CIVIL


GUERRA CIVIL é uma saga que rolou nas HQs da Marvel e que, segundo dizem, mudou tudo. Essa saga será o tema do terceiro filme do Capitão América. Em primeiro lugar, se a saga realmente mudou as coisas dentro do universo Marvel, isso pouco importa agora. A Marvel vai zerar seu universo pela primeira vez desde os anos 1960. E em segundo lugar, resolvi dar uma olhada neste livro, que foi baseado na saga (eu vi um encadernado de HQs certa vez, mas não sei se a saga está completa lá dentro), pra ver ''que negócio é esse que todo mundo tá falando?'' e também para me preparar para o filme.
Então tá, eu adorei o livro. Mas essa saga não é original. Fala sério, será que ninguém notou isso? ''Guerra civil'' é uma versão Marvel de ''O reino do amanhã'', da DC Comics. Começa do mesmo jeito, um super vilão explode, muita gente morre, todos os meta humanos passam a ser culpados, surge uma lei anti super poderosos e até uma prisão para conter os mais rebeldes. Ora, em um determinado momento, a Mulher Invisível vai até Atlântida pedir a ajuda do Namor, do mesmo jeito que a Mulher Maravilha foi atrás do Aquaman. 
Ok, eu não li a HQ, e sei que o livro alterou um pouco a saga para ficar com ''cara de livro'', então não vou fazer comparações. Isoladamente, eu amei o livro.

A história começa quando um grupo de heróis enfrenta um grupo de vilões e um dos vilões resolve explodir e matar todo mundo (já foi tarde Speedball, nunca gostei de você). Prédios, casas, quarteirões inteiros, quase mil pessoas, que estavam no local, foram pulverizadas. E agora o povo culpa os heróis por isso. Com seus super poderes, eles enfrentam vilões nas ruas sem se preocupar com os civis ou com o patrimônio público. Gente sem distintivo ou treinamento. Eles são perigosos.



Com o apoio do governo norte americano, e da SHIELD, o Homem de Ferro começa uma campanha. Ele quer registrar todos os super poderosos, suas identidades secretas precisam se tornar públicas. Seu maior triunfo foi convencer o Homem Aranha a revelar sua identidade diante das câmeras. 
Do outro lado da moeda está o Capitão América. Ele acha que essa nova lei tira a liberdade dos heróis. O Capitão cria um grupo de rebeldes que vai continuar combatendo o crime nas ruas, e ao mesmo tempo eles precisam se esconder da SHIELD. 
O livro nos mostra o ponto de vista do Capitão, do Homem de Ferro, do Homem Aranha e da Mulher Invisível. Está cheio de momentos tensos, lutas, e alguns personagens vão morrer. O livro até arruma espaço para discutir, de uma maneira divertida, a vida sexual de Reed e Sue, do Quarteto Fantástico. Os X-men são neutros, apenas dois aparecem na saga.
O livro é uma adaptação da saga ''Guerra civil'', pegando o universo Marvel já em movimento. Ou seja, ele não vai te dar detalhes sobre o desaparecimento de Nick Fury, ou te dizer por que o Hulk está perdido no espaço, ou como foi que o Thor morreu. Essas são outras sagas, em outras revistas.
Eu só não curti o final. O trágico destino, de um dos personagens principais, ficou de fora, bem, isso também é outra saga ... Mas foi legal revisitar o universo Marvel, depois de tantos anos, num novo formato.

 









FICHA TÉCNICA

TÍTULO ORIGINAL: civil war, a novel of the marvel universe
ANO: 2014
AUTOR: Stuart Moore
PÁGINAS:  391
EDITORA: novo século

2 comentários:

Francisco Almeida disse...

massa. Ah, os atores mais prováveis pra interpretar o spider no "próximo novo reboot" são o Dylan O'brien e LOGAN LERMAN, "o pior ator do mundo" kkkkkk. Por min continuava o Andrew, que apesar dos últimos filmes terem sido chatos, pelo menos ele passava um pouco da essência irônica e "descolada" (chega de aspas) do Homi aranha. Fiquei com Peninha, pq o problema não era o Andrew, mas sim o filme e a forma como os assuntos foram apresentados.

Francisco Almeida disse...

massa. Ah, os atores mais prováveis pra interpretar o spider no "próximo novo reboot" são o Dylan O'brien e LOGAN LERMAN, "o pior ator do mundo" kkkkkk. Por min continuava o Andrew, que apesar dos últimos filmes terem sido chatos, pelo menos ele passava um pouco da essência irônica e "descolada" (chega de aspas) do Homi aranha. Fiquei com Peninha, pq o problema não era o Andrew, mas sim o filme e a forma como os assuntos foram apresentados.